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Site em época de Coronavírus (Covid-19)

Site em época de Coronavírus (Covi-19)
Site em época de Coronavírus (Covi-19)

Estamos enfrentando um momento de crise cada vez mais assustador para o micro empreendedor (MEI) e a quarentena cada vez mais longa faz com que todos tenhamos que nos reinventar para que possamos sobreviver durante esta pandemia. Mas vale a pena fazer um site para propagar o meu negócio?

A resposta é sim! Mas vamos deixar aqui algumas dicas para que você atinja bons resultados e faça com que o seu site alcance as expectativas, certo?

1- Estratégia

Crie uma estratégia de vendas, mesmo que seu site não seja um e-commerce (site de vendas online) você poderá usá-lo de forma positiva para que o seu serviço seja oferecido e para isso, é preciso traçar uma estratégia. Tente pensar em como seus clientes se comportam ao contratar o seu serviço, qual caminho eles seguem, desde o conhecimento do seu serviço ou produto até a contratação.

2- Estruturação

Coloque tudo que você pensou durante a primeira fase (Estratégia) no papel, desta forma você conseguirá fazer um mapa dos passos que seus clientes seguem para aplicar  isso no seu site, tornando o passo a passo físico que você já seguia em um passo a passo virtual.

Exemplo:

João é professor de pilates, ele percebeu que as suas vendas acontecem da seguinte forma:

  1. Vitrine- as pessoas passam em frente a sua academia e entram para pedir informações.
  2. Amostra grátis – Após entrarem e se informarem sobre o serviço, João oferecia uma aula experimental
  3. Aprovação – Os clientes, após fazerem a aula, matricularam-se no curso pago.

Na hora de criar o site, João já tem em sua mente quais pontos abordar para que a pessoa que vai acessar o site, tenha mais chances de contratar o seu serviço.

3- Conteúdo

Trabalhe bastante o conteúdo, jogue no site tudo que você sabe sobre o seu produto, mostre o especialista que você é, mas sempre de forma objetiva para que não se torne cansativo, pois conteúdos repetitivos podem fazer com que o cliente saia do seu site e não contrate você.

4- Domínio e hospedagem

Para criar um site, você deve ter em mente que existem 2 coisas necessárias para que ele esteja online:

  • Domínio- Domínio é o nome do site, ex.: globo.com, terra.com.br, magazineluiza.com.br, oxyhost.com.br
  • Hospedagem – Todo o conteúdo do seu site precisa ficar em um computador que vai distribuir isso para o mundo todo, estes computadores são chamados de servidores e funcionam como um hotel, que aluga um espaço para que o seu conteúdo tenha um endereço e que quando as pessoas digitem o seu domínio na internet, elas encontrem o seu site no endereço correto.

A Oxyhost é uma empresa de hospedagem de sites e conta tanto com planos de registro de domínio quanto hospedagem de sites, com planos a partir de 10 reais mensais!

5- Criador de sites

Existem 2 maneiras de você fazer um site, a primeira delas é pro caso de você já ter certa intimidade com o computador e dispõe de tempo para fazer o site você mesmo. Isso é possível através do criador de sites da Oxyhost, que é totalmente gratuito na adesão de qualquer plano.

A segunda é mais indicada para você que não possui tanta intimidade com o computador e deseja ter um site de forma profissional sem ter muito estresse com o computador, a Estação Indoor é uma empresa que faz todo o trabalho pra você por um preço justo. 

Acreditamos que após todas essas dicas, chegamos a conclusão de que um site é sim uma boa opção para driblar essa crise e manter os negócios andando. Seguindo estes passos, será mais fácil você atingir o seu objetivo de forma mais rápida.

Bons negócios!

Big data e NFL tem algo em comum? Descubra

Big Data? A National Football League (NFL) é a liga esportiva mais popular dos Estados Unidos e reúne 32 times de jogadores profissionais de futebol americano.

As temporadas da NFL começam com quatro semanas de pré-temporada, uma espécie de aquecimento, seguidas por dezessete semanas de temporada regular onde cada time joga dezesseis partidas. Em seguida temos os playoffs eliminatórios com doze times que terminam na grande final do campeonato conhecida como Super Bowl.

Assim como muitas outras organizações esportivas, a NFL usa dados para analisar o desempenho dos times e jogadores. Atualmente, sensores são instalados nas ombreiras dos jogadores e nos estádios e coletam dados detalhados sobre a localização de cada jogador. A partir desses dados temos informações sobre aceleração do jogador, velocidade e posicionamento no campo. Recentemente as bolas também receberam sensores para mostrar exatamente o quão longe elas são lançadas.

Considerando que cada um dos 32 times devem ter no mínimo 46 jogadores, temos pelo menos 1.472 sensores gerando dados dos jogadores. Se considerar outros sensores espalhados pelo campo e nas bolas esse número é ainda maior. Agora perceba a quantidade de dados que são gerados a cada segundo por esses sensores e tente imaginar uma tecnologia que permita o processamento dessa grande massa de dados: Sim, vamos falar sobre Big Data.

O termo Big Data refere-se a conjuntos de dados muito grandes e complexos que o processamento tradicional não consegue lidar e baseia-se em 5 V´s: velocidade, volume, variedade, veracidade e valor. É aqui que está o grande diferencial do Big Data, ao analisar esses grandes conjuntos de dados de forma adequada é possível encontrar novas correlações e conseguir informações que não estavam disponíveis antes.

A NFL não é novata no uso de Big Data. Na verdade, várias ligas esportivas já utilizam estatísticas há muitos anos. Muito antes do termo Big Data existir, essas ligas já processavam grandes volumes de dados. A diferença é que agora abraçaram a tecnologia e investem em recursos humanos e computacionais especializados nessa tecnologia.

Os dados coletados são utilizados para as mais diversas finalidades. Um bom exemplo de dados que já são utilizados há tempos, é a quantidade de vezes que um jogador foi negociado e o número de lesões que ele sofreu e como isso afeta na escolha do treinador. Além disso, os técnicos podem aproveitar esses dados para definir estratégias de jogo e medir com que frequência essas estratégias funcionaram além de avaliar se ao longo do tempo um jogador está evoluindo ou não.

Não seria exagero dizer que os dados de rastreamento de jogadores serão a próxima corrida armamentista analítica na NFL. Porém, a implementação bem-sucedida exigirá uma disposição da alta gerência de investir tanto na tecnologia quanto nas pessoas necessárias para trabalhar com os dados.

Em temporadas anteriores, as equipes mantinham informações de rastreamento apenas em seus próprios jogadores. Agora a NFL disponibiliza dados de rasteamento de todos os jogadores da liga.

Os benefícios a longo prazo podem revelar informações muito mais valiosas e acredita-se que as equipes que fizerem bom uso desses dados, conseguirão vantagem competitiva significativa.

Os modelos de aprendizado de máquina por exemplo, poderão produzir informações como previsão de taxas de acerto de lançamentos e conclusão de jogadas, percentual de acerto em táticas de defesa, capturas de bola acima da expectativa e muito mais.

Não há limites para a quantidade de dados que podem ser coletados. Um exemplo disso é que além de coletar dados das partidas, algumas equipes também instalaram os sensores em suas instalações de treinamento para rastrear a carga de trabalho dos jogadores. Dessa forma, podem ter mais dados para entender outros aspectos como a saúde e prevenção de lesões para cada jogador. O que pode ser muito valioso para os clubes.

Outra aplicação interessante é usar os dados para entender melhor o rendimento dos jogadores ao longo do tempo. Fazer uma análise da curva de idade e rendimento de um jogador pode revelar informações importantes sobre como a idade afeta o desempenho do atleta. Atualmente existe uma ideia generalizada que a partir de determinada idade o rendimento do atleta piora, mas é bom lembrar que nem todos envelhecem da mesma forma.

Em breve, cada equipe poderá ter um vasto banco de dados e as empresas especializadas no ramo terão um papel importante no processo de transformar os dados em informações com valor agregado.

Muitos acreditam que os dados de rastreamento dos jogadores revelarão insights significativos que podem impactar as estratégias das equipes e mudar o jogo.

É difícil prever como essa enxurrada de novos dados afetará o jogo, mas uma coisa é certa: O uso de Big Data já é uma realidade e já está sendo utilizado por algumas equipes para conseguir vantagem estratégica nos jogos.

A corrida pelo novo ouro, os dados, já começou. E você, está preparado?

Autor: Geovan Salvato Borges